quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Tenhamos atitude

...
Peguei este vídeo emprestaedo, do Sindicateando.


Sei que o contexto do vídeo é outro. Certamente, trabalhar a postura do trabalhador em relação ao patrão. Ou dos Sindicatos e Centrais em relação ao Governo. Não sei bem. Mas aproveito o ensejo para fazer o meu raciocínio sobre marionetes e marionetagens.
......
Acho os marionetes uns personagens bem interessantes. São bonequinhos simpáticos, que se movimentam quando um manipulador, o verdadeiro artista, lhe transmite os gestos através de aparatos (cordéis, varinhas, engrenagens internas), e ventriloca (ou ventriloqueia?) a sua voz. 
...
E aqui em casa, sempre usamos marionetes, para contar historinhas às nossas filhas, quando eram pequenas. Quando isso é feito com competência, o boneco parece ter vida própria, e até esquecemos que seus movimentos e falas são artificiais. 
...
Por outro lado, quando não estão acionados os cordéis, rompem-se as linhas, quebram-se as varinhas ou não funcionam as engrenagens, o bonequinho fica totalmente desfalecido. Não consegue fazer nada sem o manipulador. 
...
Conheci não só um, nem dois, mas muitos marionetes humanos, (nem todos simpáticos), neste meu estágio no Planeta, que - só para constar - espero que ainda esteja longe de acabar. E notei que, da mesma forma que o bonequinho do teatro, chega um ponto em que não conseguem mais fazer nada sem um comando externo, seja ele de um patrão, um patrocinador, um partido, uma religião, ou outras formas de manipulação.
...
Me orgulho de nunca ter me prestado para isso. Qualquer um que ponha suas mãos sobre mim, para me manipular, é um tirano, e eu o amaldiçôo.
...
Esse é meu pequeno orgulho. Ser livre. Ou, pelo menos, achar que sou livre. Não nego que seja vaidade, mas afinal, tudo é vaidade debaixo deste sol ...
...
Tenhamos atitude.
... 

Nenhum comentário:

Postar um comentário